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Daniel Garcia
Perfil Verificado
O Jusbrasil confirmou que este perfil é autêntico.
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Daniel Garcia
OAB 9.478/MT
VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
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Daniel Garcia
Comentário ·
há 9 anos
Como decidem os juízes ?
Processualistas Oficial
·
há 9 anos
Concordo, ir á uma audiencia de instruçao é sempre uma incógnita, ja tive processos "ganhos" cuja audiencia nao poderia ter sido pior, e ja tive processos "fadados" que nao poderiam ser melhores, TUDO, por obvio, se deve ao grau de cognição do juiz, o duro é que tem muitos que com as primeiras impressões escolhem seu lado, e o orgulho, ainda que MEDIANTE PROVAS IRREFUTÁVEIS com o decorrer da instrução, nao os permitam voltar atrás, e seguem injustos em suas decisoes fundamentadas no orgulho ! GRAÇAS a DEUS que suas decisoes, aqui falo sobre o juízo "a quo" não são definitivas!
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Daniel Garcia
Comentário ·
há 9 anos
Luiz Fernando (Beira-Mar): esse cara sou eu!
Gerivaldo Neiva
·
há 9 anos
E pensar que parei para ler um artigo em que um JUIZ reproduz, com certo ar de compreensão, (ao menos ao meu sentir) palavras da situação carcerária de um MEGA bandido, e tece elogios a ele, inclusive...inacreditável.
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Robson Giollo
Comentário ·
há 9 anos
Posicionamento na Advocacia
Thaiza Vitoria
·
há 9 anos
O grande problema de se identificar com um nicho é que o Estatuto da OAB, só permite divulgar especialidades dos ramos do direito, ex.: Previdenciário, Penal, Cível, e não divulgar nichos de mercado como sitado na matéria.
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Heraclito Carneiro Ribeiro
Comentário ·
há 9 anos
Posicionamento na Advocacia
Thaiza Vitoria
·
há 9 anos
Murilo, é exatamente nisso que você defende que a filosofia capitalista quer que acreditemos, que todos somos "sujeitos" ao mercado. Você certamente deve ter estudado Economia (e ainda acredita nela). Mercado não é Deus. Pode ditar como o padeiro vai fazer pão, ou como a indústria automotiva fará seus carros, mas não vai ditar como eu penso, ou como eu devo pensar e me comportar. Claro, que há pessoas que não pensam assim.
Note que atender bem a um cliente tem um viés mercantilista apenas na sua ótica capitalista. Na minha ótica, humanista, é questão de respeito, de ética, antes de tudo. Se disso vou conquistar um serviço para meu escritório, ótimo. Mas não fico "bajulando" o cliente só para conquistá-lo ou para "pegar o processo", como fazem os bancos ou as lojas por aí, que via de regra, quando este mesmo cliente não tiver mais sentido (ou não gerar mais lucro!) vão ignorá-lo, depois de ter extraído dele o que queriam.
Costumo dizer, e tenho para mim que a Advocacia, pelo menos a de verdade, é um casamento: tem que estar ao lado do cliente na riqueza e na pobreza, na saúde e na doença. Os escritorinhos de "nichos", via de regra querem captar processos, mas processos que dêem lucro, porque seu viés é, antes de tudo, capitalista.
Então não sou eu quem está se contradizendo.
Há que se ver ainda que a Advocacia (essa mesma, com A maiúsculo) não é uma mera prestação de serviços, como o de um encanador, de um marceneiro e outros. Sem desmerecer, por óbvio, estas valorosas profissões. É que na Advocacia tratamos no dia a dia com a VIDA das pessoas, pois defendemos seus direitos legítimos contra as mais variadas formas de exploração e de injustiça, via de regra muitas delas oriundas deste mesmo "mercado" que o senhor enfatiza.
Essa entidade - o "mercado", tenho para mim que é o "capeta" dos últimos séculos, pois em seu nome são realizados as maiores atrocidades contra o ser humano, como se ele fosse mais forte e importante que a nossa civilização, como se ele tivesse vontade própria, e não é assim. O "mercado" é fruto da ganância de alguns, que querem sobrepujar a outros mediante o poder econômico opressivo, que vê o resultado financeiro como mais importante, mesmo que para isso tenha que vitimar milhões de pessoas.
E esse "capeta" tem conseguido arrebanhar muitos seguidores, justamente porque consegue ser eloquente e tem diversas cadeiras nas universidades a doutrinar e formar seus discípulos.
É necessário que pensemos seriamente se é o "mercado" que merece nossos encômios e nossos esforços, ou é a humanidade, pois são mutuamente excludentes.
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Heraclito Carneiro Ribeiro
Comentário ·
há 9 anos
Posicionamento na Advocacia
Thaiza Vitoria
·
há 9 anos
Claudio, até entendo essa preocupação de vocês, do marketing, com a advocacia. Mas continuo defendendo a posição (inclusive embraçada pela OAB Conselho Federal) de que é altamente salutar que não se misturem atividades intelectuais com mercantilismo. Assim, o foco da questão talvez não seja concorrência, até porque não se trata de um negócio, mas de haver espaço para todos na advocacia, o que é um outro problema, que nos leva ao excesso de gente no mundo, que um dia provavelmente sucumbirá por não conseguir sustentar a todos nós.
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